Era um sonho , pegar só uma mochila, 1 mala de mão pequena e partir para vários pontos da Europa, e assim eu fiz em 2023, sem agência, por conta própria. Pensei que após 10 anos de viagem , nada iria me surpreender… ledo engano… teve perrengue, teve caos, teve DR de casal.
A ROTA
Foi um acerto, faria tudo de novo, foram 07 países, 08 cidades, muito conhecimento .
Dia 1 – Vôo Ilhéus-Madri
Dia 2 – Madri
Dia 3 – Madri
Dia 4 – Toledo (bate volta)
Dia 5 – Madri + vôo noturno para Veneza
Dia 6 – Veneza
Dia 7- Carnaval em Veneza
Dia 8 – Burano + Murano
Dia 9 – de Veneza para Verona de trem
Dia 10 – Verona
Dia 11 – De Verona para Roma (ônibus, mas deveria ser de trem)
Dia 12- Roma
Dia 13 – Vaticano
Dia 14 – Vaticano + Roma
Dia 15 – Vôo noturno para Londres + Londres
Dia 16 – Londres
Dia 17- Londres
Dia 18 – Vôo Londres – Ilhéus
Dia 19- Chegada em Ilhéus
Quais foram os erros, que só percebi depois?
Primeiro: compre o trecho de trem com antecedência, um amigo me disse para pegar na hora, um cliente que mora na Itália disse ao contrário, “COMPRE ANTES, SERÁ MUITO MAIS BARATO”, trem de Verona para Roma, quem não ouve o conselho, ouve o coitado. De ônibus eu apreciei a paisagem, mas morri de medo de minhas bagagens, cada parada eu ficava olhando, a FLIXBUS é barril dobrado. Como eu estava com 2 homens, esposo e primo do esposo, acredito que fui mais respeitada, mas não deixou de ser tenso, por que ele não para em rodoviária, mas no meio rua.
Segundo, os vôos noturnos da RYanair, NÃO VALE A PENA, você chega tão morto no destino que só quer descansar, chegamos em Londres 10:00, imigração demorou muito, aeroporto de Stansted, é muito longe, demorou muito chegar no nosso Bairro em Camdem e quando deu 17:00, a bateria humana tava pifando, literalmente almoçamos e fomos dormir … exaustos de tanto raio X e check-in e check-out. Essa companhia é complicadíssima com regras insanas de bagagens, comprei tudo extra e com antecedência, então se a próxima empresa for 50/100 reais mais cara, fuja desta Low cost, a viagem que você acreditava ser mais barata pode te custar caro, eu vi cenas bizarras nos aeroportos da Itália, de gente abrindo mala e largando a roupa toda no lixo para não pagar 1 mala extra, um horror.
Terceiro:
Confira o nome de cada aeroporto e planeje o Transfer antes. Cidades como Roma, Londres tem mais de 1 aeroporto nas redondezas e cada um é diferente de chegar, tem aeroporto que tem metrô, outro só tem TREM, outro só de ônibus ou Uber ficará uma fortuna, aliás baixem o Cabify, muito lugar funciona melhor e mais barato como Londres. E o perrengue foi aí, só 1 dia antes que percebi que era Aeroporto de Gatwick , ainda bem, o trem direto pegava bem pertinho do nosso AP, fui andando para San Pancreas, tudo lindo, até que depois de um acidente, o painel, mostrou CANCELADO EM TODOS OS HORÁRIOS, o coração bateu mais forte e não sabia o que fazer, a mente delirando, imaginando perder um vôo Londres-Ilhéus e pagar remarcação caríssima. Até que uma alma caridosa, traduziu no APP do Google Tradutor, pegamos um trem para um subúrbio maispróximo e depois 1 Uber. Foi luta, foi na emoção, foi um caos. E o UBer direto ???? dava 200 libras, quase 1200 reais e com 05 horas de engarrafamento, não ia adiantar, todo mundo no Cabify, e meu APP desatualizado, pedia código de confirmação via SMS, não tinha como, eu tava em Home com chip internacional, um suplício. Sabe por que tudo deu certo? Por que saimos com 06 horas de antecedência, íamos almoçar e tivemos tempo de descobrir o que fazer. NUNCA FAÇAM NADA EM AEROPORTO NA EUROPA com tempo apertado ou cima da hora, um único acidente na linha de trem travou a grande metrópole.
ACERTOS:
usar e abusar o transporte público, trem, onibus em Lonres(é bem melhor e mais rápido);
comprar ou resrevar tickets com antecendência;
mala pequena e lavar roupa no airbnb(só escolhi AP com lava e seca)
usar apenas tênis, no dia da bota machuquei o tornozelo
usar cartão Wise , entrei e sai de Londres sem ver 1 libra, clique AQUI e peça o seu
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Quem diria que me uniria a uma amiga e montaríamos um Airbnb ? Esse projeto surgiu assim, por acaso, quando o vizinho foi trabalhar fora e decidiu alugar a casinha,
Ela estava com um grafite lindo de Nossa senhora, “a santinha”, mas o desgaste do tempo foi cruel. Assim, decidimos , eu e Taliva pintarmos de vermelho e fizemos isso com nossas própias mãos, ela ainda convocou os irmão e pronto.
Se você quer vir para o Povoado da Raposa, ter um quintal com Fogão à lenha, horta, roda de fogo e uma vista espetacular, a Casinha Vermelha é seu achadinho. Aqui cabe 05 pessoas bem confortável e até 08 no sofá cama, aceita PET e tem bastante privacidade.
São 3 quartos, uma sala espaçosa, wi-fi e o quintal mais lindo deslumbrante. É vegetação nativa dos campos rupestres que dá um mirante da Imensa Cachoeira do Fundão, com 225 metros de altitude.
Vista do Quintal privativo
Se você quer curtir um povoado pequeno, com turismo de base comunitária, com trilhas e cachoieras vazias, seu refúgio é o Povoado da Raposa.
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Comprei um livro de fotografia novo, só isso mesmo. Adeus.
Não, nada na minha via é simples quanto um adeus, tudo tem laços e interpendências. Interdependência: aprendi o significado desta palavra no Mestrado em Biodiversidade e ela me acompanha diuturnamente.
E foi minha colega de Mestrado que me fez sair de Ilhéus e partir para Salvador a fim de assistir o show da Marisa Monte na Fonte Nova, mesmo eu não gostando de ficar em pé em estádio de futebol, ainda assim, decidir ir.
Como nordestino só anda em “corda de caranguejo”, vem ela, com mais duas amigas , todas do Maranhão. Eu como boa baiana fui ciceronear, claro, a gente põe um tapete vermelho para o turista passar, mas não venha com tirania para cima de mim, nem de meu povo. Falaram para elas que comida baiana era ruim e iriam passar fome. Fui eu, levá-las em excelentes restaurantes e barzinhos de comidas baianas, com “S”, plurais. Estado grande, gastronomia imensa.
Passeio clássico no Pelourinho, Mercado Modelo e sua galeria, essa foi novidade e gostei deveras. Curadoria de obras de arte e fotografia impecáveis. Estava lá Pierre Verger, adorado por mim e tantos outros, então tive tempo de abordar esse tema Fotografia e Arte na Bahia. Guarde essa frase: fotografar a Bahia.
Subimos o elevador Lacerda, tomamos sorvete de pudim na Cubana, e o almoço foi no Palacete Tira Chapéu, que depois da restauração está impecável; almoço delicioso e um espumante baiano de Mucugê para celebrar o encontro, a vida e a amizade.
Eis que os portões da fonte Nova abririam 15:30, já era 15:00 e a gente ainda nem tinha comido sobremesa e nem tínhamos explorado as outras áreas do palacete.
Íamos atrasa , era fato, mas o show começava 18:30 e na minha cabeça de baiana, “dava tempo de sobra” , a galeria de arte ali no térreo tem peças interessantes e a doçaria com balcão convidativo para uma pessoa que é atraída por doce facilmente, no caso esta escritora que vos fala.
Eis que vejo, um LIVRO: CHAPADA DIAMANTINA, de capa azul brilhosa parecia uma quimera, intensa, encorpada, diagramação externa gerando impacto imediato. Quando entrei no Metropolitan em Nova York e vi Rembrandt , um sopro na alma , impacto. Quando entrei na Catedral de Toledo e vi El Greco, suspiro, arrepio no corpo, no Vaticano ver Caravaggio foi alucinante, ou seja, impacto. Guardem esses nomes, farão sentido no final desta crônica.
Vi o livro , pela capa e a última página com a frase: Obrigada Chapada , a foto é a mão de um sertanejo segurando seu chapéu de couro, comprei sem pestanejar. A vendedora pegou rapidamente um exemplar lacrado com invólucro e uma sacola, tão bela que remete a capa de outro livro do mesmo autor. Perguntei sobre ele, de onde era, a vendedora prontamente, e, com muita gentileza mostrou-me a página da descrição do fotógrafo Kiko Silva de Salvador e seu Instagram.
Eu não tinha tempo, precisava correr, urgia mostrar a Praça Castro Alves, o Sulacap, o Hotel Fasano e Fera Palace e em 3 minutos falar um pouco dessa sociologia urbana da cidade de Salvador, carnaval, história colonial e contemporânea, pelo olhar da filha de um professor universitário da disciplina Geografia da Bahia. Uma responsabilidade e dificuldade grandes, ambas imensas. Como a missão era impossível, tarde de muito sol, livro pesado na mão e história complexa, só nos restou 1 minuto de contemplação da paisagem urbana e partir para casa se arrumar para o show de Marisa Monte, desta cantora que sou fã desde tenra idade. Veredito para novas amigas: fotografem as belezas em suas mentes, e então voltem para desfrutar com calma, cada museu, cada igreja, as praias; segundo elas, aceitaram o conselho.
Senhores, eu não tenho condições psicológicas de ir para Show na Fonte Nova, a logística é dificultosa. E emocionalmente fiquei com aquela agonia para ela cantar “Segue o Seco”, que é das letras mais icônicas de Carlinhos Brown, a descrição da relevância da chuva para o povo do sertão, do aboio, dos vaqueiros, e não é que assim que ela terminou de cantar choveu muito, só naquele instante, e, depois a lua e as estrelas surgiram lindamente. Na Bahia, existem mistérios indecifráveis . Vilarejo foi a música de abertura, que tem 20 anos de lançada e mostrando o quanto a palavra é imorrível e eterna, faz muito sucesso atualmente entre jovens e crianças quanto permeia e ilustra milhares de vídeos em redes sociais. Descreve um vilarejo bucólico do Brasil profundo, que obviamente eu remeto à minha Chapada Diamantina. Final de Show, “Bem que se Quis” , música cantada na capela e depois o público sozinho, se despedindo com seu próprio coral, foi metalinguagem . Marisa já fora do palco, agora para mi, só restava jantar e meus pés pediam casa. Mercado Modelo, Pelourinho, Centro Histórico, Palacete, Almoço, Praça Castro Alves, indo e vindo do Imbuí para Barra, Centro , Dique, Fonte Nova, Rio Vermelho, Imbuí, o cansaço tomou-me.
Pela manhã surje a ressaca moral de não ter feito uma única foto do show. Não bebi, não fui ao banheiro, não me destraí, peguei celular apenas para fazer 2 vídeos de 09 segundos . Meu olhar estava atento a cada gesto, cada acorde, cada palavra interpretada, cada cor escolhida na produção visual, cada arranjo da orquestra. Eu fotografei aquele show com a memória de quem ama Marisa e MPB.
O cansaço era grande e a cama fiel companheira na manhã de domingo, ao ir beber água, vi a sacola verde brilhosa e lembrei do livro e decidi folhear antes de levar para o Chalé no Povoado da Raposa, município de Iramaia, onde tenho uma mini-coleção de livros de fotografia sobre Chapada Diamantina e sertão, autores como Ieda Marques, Rui Rezende, Rodrigo Galvão entre outros.
Folheando, noto uma diagramação bem peculiar, a página da direita com a foto e a página esquerda, anteposta com uma cor, monocromática e uma frase ou palavra simbólica, escrito a cidade onde foi capturada O sono me tomava ainda mais, e eu, seguia com o balé das páginas de forma despretensiosa.
As palavras , tão poucas, faziam todo sentido para mim que sou chapadeira e nascida em Seabra. Falar pouco é extremamente difícil, vejam o tamanho desta crônica… Ser sucinto é raro e complexo. Quando chegou na foto do Vaqueiro de Iramaia, meu coração acelerou, vejo os vaqueiros desde a infância e nas estradas de Iramaia por onde viajo tantos vezes na solitude, eles são marcantes, sempre os fotografo e converso. Então ,a partir daquele momento o livro estava falando com a minha alma. Fui até o fim, percebi os padrões; as aulas de literatura do professor Luis Alberto em Feira de Santana, as aulas de artes e as horas e horas correndo museus treinaram meu olhar, que é singelo, mas foi o que senti.
Uma fotografia Barroca, escura, sombras que escondem beleza, sombras das águas que escondem mistérios e fé, sombras das rochas que escondem o tempo, sombras nos rostos que escondem suas complexidades. Ângulos desconcertantes, sem obviedade, ineditismo. O barroco do jogo de luz e sombra é real e presente.
A dicotomia, por que a foto traz mistério e sombras, o texto na página anteposta e a cor traz a luz, a revelação, é preciso olhar mais ao lado, é preciso olhar para dentro de si e a palavra amuncia território e sentido. As sombras dramatizam a natureza, o cenário, a sombra mostra onde está a lente do fotógrafo, direciona o olhar, bandeirolas e suas sombras, nada mais Volpi, nada mais barrocamente brasileiro. Sombras das águas negras dos nossos rios, movimento sobre as sombras das águas. A dualidade entre a foto sombreada pela magia da luz natural e a vibração da página monocromática. O realismo do rosto crus dos trabalhadores, vejo um sertão cruel de seca, mas farto de cultura e ancestralidade.
Lembram dos pintores que citei? Foi impacto o que senti ao olhar o livro pela terceira vez, já em companhia de uma prima querida, amante da Chapada como eu, andante e caminhante, narrei minhas percepções por quase uma hora , ela olhava admirada, e confirmava: é isso mesmo !
O musgo verde e amarelo nas paredões rochosos das cachoeiras de Ibicoara, é tudo que nosso povo brasileiro é, a bandeira oficial não é neutra, nem nosso olhar, a identidade colorida, os sentimentos plúmbeos. O céu estourado de branco, é proposital, muita luz, muita sombra, paradoxos barrocos. As duas páginas juntas tem trimendisionalidade: imagem, palavra, sombra.
A página da Fotografia é o Significado, a página da Cor é o Significante, uma é a evocação palavra, outra é a palavra, é um jogo de luz e sombras full time , é um desafio mental a cada nova foto, e, a cada movimento de minha mão, mais uma descoberta. O Livro é o Signo.
Temos montes de fotografias vazias nas redes sociais, mas temos Marisa Monte que canta Vilarejos bucólicos e Kiko que os fotografa com arte, dando sentido a um povo, a um coração baiano. Kiko Silva, a Chapada Diamantina lhe diz: Obrigada, devolvendo afeto aos montes através dessas palavras
Qual aeroporto é mais perto da Chapada? Existe nesta pergunta um erro conceitual e geográfico, a Chapada Diamantina são 40 municípios se contarmos o entorno. O Parque Nacional da Chapada Diamantina é uma unidade de conservação federal e foi criada em 1985, há 41 anos, ou seja, tudo vai depender se você quer ir para Chapada Norte, Chapada Velha, Chapada Sul ou Chapada histórica, assim o melhor aeroporto é diferente.
Mapa de acesso rodoviário à Chapada Diamantina. Fonte: http://www.guiachapadadiamantina.com.br/como-chegar/mapa-e-acesso/
Se você quer ir para Morro do Chapéu, Jacobina ou Campo Formoso na Chapada Norte, melhor seria pousar via Salvador no Aeroporto 2 de julho, me recuso a chamar o outro nome. Depois alugar um carro e partir via BR 324 e depois estrada do feijão.
Se você quer ver a Chapada Histórica, Lençóis, Palmeira e o famoso Vale do Capão e a Fazenda Pratinha no município de Iraquara tem um aeroporto que te deixa na beirinha, que é o Horácio de Matos em Lençóis, porrém os vôos são muito caros, contudo vale a pena por que você não irá dirigir quase nada. As opções de aluguel de carro são bem menores e por isso reserve com muita antecedência locação ou transfer das agências de turismo.
Agora a cereja do bolo e que quase ninguém te fala, o aeroporto de Vitória da Conquista, Glauber Rocha, tem vôos diretos de montão de cidade do Brasil, foi ampliado, tem ótimo preço de passagem, até com milhas e te deixar apenas 02:30 h de Chapada Sul, saindo de lá pegar a BA 142 via Anagé e já bate em Itaaçu, onde tem o balneário Moendas e a Gruta da Mangabeira, voilá, mais 01 hora, estarpá na fascinante Mucugê e na vinícola Uvva. Bem menos tempo de viagem de Salvador para Lençóis que a depender do feriado terá um trânsito monstruoso na BR 324, às vezes de 4/5 horas apneas para fazer 100 km. Via Vitória da Conquista fica mais acesso à Piatã onde tem o pico dos Barbados, o mais alto do Nordeste que é atrativo de montanhistas, onde tem fazendas com cafés especiais abertas à visitação, Abaíra, Iramaia para acesso à Serra da Raposa e Ibicoara, cidade da Famosa Cachoeira do Buracão.
Cachoeira da Matinha/Mucugê
Vitória da Conquista tem boa malha aérea, tem todas as grandes locadoras de carro, clique aqui e faça busca e tem estrutura hoteleira com redes regionais e nacionais para suporte caso pegue aquele voo noturno.
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Você tem vontade de passar uma temporada na Chapada Diamantina? Mas fazer aquele roteiro slow travel? Com tempo para desfrutar, comer bem e não ficar tanto tempo dentro do carro indo prum canto e pra outro ? Então a primeira dica é : fuja de agências predatórias. Para viver o lugar é preciso ir por conta e seguir as orientações dos nativos.
Eu sou de Seabra e vou te contar como viver dias intensos e ao mesmo tempo relaxantes a partir do que vivi no verão de 2026, segue o fio. Eu fiquei hospedada no Chalé das Mangabas , a nossa acomodação aqui em Iramaia. Eu não estava a fim de nenhuma badalação, só viver e curtir a paisagem e boa companhia dos moradores locais, as vezes é isso que você está preciasndo: PAZ, desconexão com redes sociais.
1º dia– chegada via Ibicoara, compras fartas nos mercados, hortifruti, padaria, eu não queria voltar a cidade para absolutamente nada;
2º dia– Fui conhecer as instalações do Festival Torus e tomar banho no Brejinho;
3º dia- Cachoeira do Fundão por baixo e piquenique ;
4º dia– Cachoeira do Fundão por cima e curtir até por do sol;
5º dia– Curtir Chalé, comidinha caseira, ir no Bar de Dona Leninha e atividade de noite na Casa de Cultura;
6º dia– Cachoeira Raízes , Escorrega, final do dia Pastel de palmito de Jaca em Sanção Lanche no vampo Redondo;
7º dia– Cachoeira do Licuri + por do sol e Povoado do Campo Redondo com direito a feirinha no Circo Redondo + Pizza no Bistrô A Camponesa;
8º dia- Cachoeira do Buracão, com direito a Rapel, Tirolesa, cachaçaria artesanal e Museu Igaraçu ;
9º dia– Cachoeira da Vendinha com Pinturas no Rupestres , almojanta na casa dos nativos (Neinha ou Taliva), claro que foi galinha caipira, pois a trilha é de nível moderado ;
10º dia– Ida para Mucugê – almoço e tour na Vinícola Uvva- dormida em Mucugê- curtir a noite na cidade histórica – jantar no Odeon Bistrô;
11º dia – Café da manhã na Pousada Café Preto Mucugê – saída de Quadriciclo até a trilha da cachoeira da Matinha- almoço no Bistrô Cantinho da Serra em Mucugê – Visita ao cemitério Bizantino, – Retorno para Ibicoara – compras no mercado e hortifruti;
12º dia – Descando e curtir o Povoado da Raposa- foi dia de catar muita mangaba e teve jogo de futebol feminino por aqui e noite do hamburguer;
13º dia – Acordar cedo e partir para Cachoeira do Herculano em Itaetê , trilha moderada e almojanta na comunidade de Colônia- retorno tardio;
14º dia– Descanso na Raposa, curtir por do sol e roda de fogueira
15º dia – Retorno para cidade de origem
Ufa, viram, como tem coisas para fazer todo dia ? E eu não quis lotar para o corpo ter tempo de se recuperar, tomar banho bom de banheira, ler livros de fotografia, desacelerar mesmo.
Além de alugar o Chalé, eu atuo como Travel Design, monto seu roteiro estruturado, dia-a-dia, da hora que você sai de casa ou do aeroporto até seu retorno. Neste mapa de viagem, terá a melhor rota rodoviária, o contato dos guias, casas de família de TBC-Turismo de Base Comunitária, mirantes, restaurantes imperdíveis, pratos saborosos, lojinhas, artesanatos, produtos para compras, feira livres e ainda ficamos à disposição para tira-dúvidas via Whatsapp. Contatos pelo mail : falecomjurema@gmail.com ou Instagram: juremacintra